Viver Bem50

Próstata e saúde urinária depois dos 50

Início / Prostalis: composição, preço por mês e o que dizem os estudos

Prostalis: o que tem dentro, quanto custa e o que se sabe

Redação Viver Bem 50 Atualizado a 24 de setembro de 2026 14 min de leitura 1 fontes

Resposta curta: o Prostalis é um suplemento alimentar em cápsulas com extratos de abóbora (Cucurbita maxima), Tribulus terrestris, urtiga (Urtica dioica), ginseng e vitamina C. O fabricante não publica os miligramas de nenhum deles. O vendedor indicava 29 € por embalagem de 20 cápsulas em 17-08-2026; a 2 cápsulas por dia, a caixa dura 10 dias e um mês custa cerca de 87 €. Só a abóbora e a urtiga têm estudos sobre sintomas urinários, e no maior ensaio com abóbora o extrato não se distinguiu do placebo.

29 €
20 cápsulas, preço indicado pelo vendedor em 17-08-2026
2,90 €
por dia à toma indicada, 2 cápsulas
0,66 €
por dia no Permixon 160 mg, à dose de 320 mg (24-09-2026)
5 de 5
ingredientes sem quantidade publicada

Que ingredientes declara o Prostalis e em que dose?

O Prostalis é um suplemento alimentar vendido sobretudo online, com cinco ingredientes declarados e sem dose publicada para nenhum. A informação do vendedor e a ficha de composição que consultámos listam apenas os nomes. A posologia indicada é de uma cápsula duas vezes por dia, depois das refeições.

Ingrediente declarado Dose por cápsula O que os estudos mostram em sintomas urinários
Extrato de abóbora (Cucurbita maxima) o fabricante não publica os miligramas ensaio GRANU, 1 431 homens: o extrato não superou o placebo; a semente inteira sim
Urtiga (Urtica dioica) o fabricante não publica os miligramas dados modestos, sobretudo com extrato de raiz; parte da planta não indicada
Tribulus terrestris o fabricante não publica os miligramas sem estudos sobre a próstata; a literatura é sobre testosterona
Ginseng o fabricante não publica os miligramas sem estudos sobre a próstata
Vitamina C o fabricante não publica os miligramas sem relação estabelecida com sintomas urinários

Sem miligramas, ninguém consegue dizer se a quantidade de abóbora ou de urtiga numa cápsula se aproxima da que foi testada. Pode ser um décimo, pode ser o dobro.

A fórmula também não contém Serenoa repens, o ingrediente mais presente nas prateleiras da categoria. O que 27 ensaios disseram sobre essa planta está em saw palmetto: o que concluiu a Cochrane.

Quanto custa o Prostalis por mês, comparado com a prateleira?

A 29 € por 20 cápsulas e 2 cápsulas por dia, o Prostalis custa 1,45 € por cápsula, 2,90 € por dia e cerca de 87 € por 30 dias. O preço é o que o vendedor indicava em 17-08-2026; é carregado na página de venda de forma dinâmica e pode ter mudado desde então.

Para ter termo de comparação, juntámos os preços que lemos a 24-09-2026 em lojas portuguesas. Só é possível calcular o custo mensal quando a toma diária é conhecida; nos restantes casos mostramos o preço por unidade.

Prostalis (4 plantas e vitamina C, sem mg)
Onde e quando
vendedor, 17-08-2026
Embalagem
20 cápsulas
Preço
29,00 €
Por unidade
1,45 €
30 dias à toma conhecida
cerca de 87 € (2 por dia)
Permixon 160 mg (Serenoa repens, medicamento com receita)
Onde e quando
farmácia online, 24-09-2026
Embalagem
60 cápsulas
Preço
19,85 €
Por unidade
0,33 €
30 dias à toma conhecida
19,85 € (2 por dia, 320 mg)
Good Care Saw Palmetto Complex, 320 mg
Onde e quando
Bioself, 24-09-2026
Embalagem
60 comprimidos
Preço
13,93 €
Por unidade
0,23 €
30 dias à toma conhecida
toma não indicada na loja
Nutergia Ergyprosta (complexo)
Onde e quando
Celeiro, 24-09-2026
Embalagem
60 cápsulas
Preço
19,59 €
Por unidade
0,33 €
30 dias à toma conhecida
toma não indicada na loja
Now Foods Prostate Support (complexo)
Onde e quando
Celeiro, 24-09-2026
Embalagem
90 cápsulas
Preço
39,58 €
Por unidade
0,44 €
30 dias à toma conhecida
toma não indicada na loja
Viridian Man 50+ Prostate Complex
Onde e quando
Celeiro, 24-09-2026
Embalagem
60 cápsulas
Preço
44,59 €
Por unidade
0,74 €
30 dias à toma conhecida
toma não indicada na loja
Tansulosina 0,4 mg genérica (medicamento com receita)
Onde e quando
Infarmed, 24-09-2026
Embalagem
30 cápsulas
Preço
4,30 € a 9,97 €
Por unidade
0,14 € a 0,33 €
30 dias à toma conhecida
4,30 € a 9,97 € (1 por dia)

O Prostalis é, por cápsula, o produto mais caro desta lista. O Permixon e a tansulosina entram só como referência de preço: são medicamentos, pedem receita e a escolha é do médico. A lista completa, ingrediente a ingrediente, está em suplementos para a próstata: evidência e preços de 2026.

A página de venda apresenta os 29 € como metade de um «preço normal» de 58 €. Para decidir, conta o valor que se paga e quantos dias ele cobre, não o valor riscado.

Qual Prostalis está à venda? O nome não identifica a fórmula

O nome «Prostalis» não identifica uma só fórmula. Há pelo menos outro produto vendido com esta designação, de outra marca, com sementes de abóbora, equinácea, Ginkgo biloba (60 mg por dia), zinco e licopeno, segundo a página de venda desse fabricante.

A fórmula analisada nesta página, com abóbora, Tribulus, urtiga, ginseng e vitamina C, não leva ginkgo.

A diferença pesa para quem toma anticoagulantes ou antiagregantes. A Agência Europeia do Medicamento regista hemorragias com o ginkgo e pede que quem toma medicamentos como a varfarina, o apixabano, o rivaroxabano, o clopidogrel ou a aspirina só o use depois de falar com o médico.

Antes de tomar, a regra é ler a lista de ingredientes do frasco que se tem na mão. O nome na caixa não chega.

O que mostrou o ensaio GRANU sobre extrato de abóbora?

O ensaio GRANU, publicado em 2014, é o maior estudo sobre abóbora e sintomas urinários: 1 431 homens entre os 50 e os 80 anos, seguidos durante 12 meses em três grupos. O resultado dependeu da forma em que a abóbora foi dada.

Grupo do ensaio GRANU Quantidade Resultado ao fim de 12 meses
Sementes inteiras 5 g, duas vezes por dia descida do IPSS com relevância clínica, face ao placebo
Extrato em cápsula 500 mg, duas vezes por dia igual ao placebo no critério principal
Placebo — grupo de comparação

O Prostalis declara extrato de abóbora, sem dizer quanto. É a forma que, no GRANU, não se separou do placebo. Ambas as formas foram bem toleradas.

Isto não é exclusivo deste produto. Dez gramas de sementes por dia não cabem em cápsulas, e por isso quase todos os suplementos da categoria usam extrato.

Há um segundo estudo, mais pequeno: 73 homens compararam óleo de semente de abóbora com a tansulosina (BMC Urology, 2021). Um ensaio com essa dimensão não tem o peso do GRANU, e testou óleo, não o extrato seco das cápsulas.

Urtiga, Tribulus, ginseng e vitamina C: o que se sabe de cada um?

Urtiga (Urtica dioica)

A urtiga tem dados modestos de alívio dos sintomas urinários, sobretudo com extrato de raiz, e nenhum estudo aponta para redução do tamanho da próstata. Na monografia europeia da raiz de urtiga, a EMA reconhece-lhe apenas uso tradicional nos sintomas urinários da próstata aumentada, e só depois de um médico excluir causas graves. A raiz e a folha têm composições diferentes. A composição do Prostalis diz «urtiga», sem indicar a parte da planta.

Tribulus terrestris

O Tribulus terrestris não tem evidência clínica para a próstata. Os estudos sobre a planta tratam da função sexual e da testosterona, e um trabalho de 2019 não encontrou efeito consistente sobre os níveis de testosterona.

Ginseng e vitamina C

O ginseng e a vitamina C não têm relação estabelecida com os sintomas urinários nem com o volume da próstata. A presença do Tribulus e do ginseng numa fórmula «para a próstata» liga-se à ideia de saúde masculina em geral, não a um resultado medido nos sintomas.

Quanto da melhoria sentida pode ser placebo?

Uma parte grande. Numa meta-análise de 25 ensaios com 10 587 doentes, o grupo que tomou cápsulas sem princípio ativo viu o IPSS descer em média 4,4 pontos em 12 meses, com variação entre 0,7 e 6,8 pontos conforme o estudo.

O IPSS é a escala de sintomas urinários usada pelos urologistas, de 0 a 35 pontos, e a faixa moderada começa nos 8. Quatro pontos são mais de um décimo da escala inteira.

Outra revisão mediu quedas de 9% a 34% na pontuação de sintomas nos grupos placebo. As medições feitas por aparelho, como o fluxo de urina, mexem muito menos.

A conclusão prática é simples. Quem começa um suplemento e se sente melhor tem uma melhoria real, mas não sabe se ela veio da cápsula. Só um ensaio com grupo de controlo separa as duas coisas.

O que pode um suplemento prometer, segundo a lei?

Um suplemento alimentar não pode dizer que previne, trata ou cura uma doença. Em Portugal, os suplementos são géneros alimentícios regulados pela DGAV (Direção-Geral de Alimentação e Veterinária); os medicamentos são avaliados e autorizados pelo Infarmed, com prova de eficácia.

O Regulamento (CE) 1924/2006 só deixa usar alegações de saúde aprovadas na União Europeia. Nenhum dos ingredientes do Prostalis tem uma alegação aprovada sobre a próstata ou a micção. A EFSA rejeitou em 2010 a alegação que ligava os esteróis vegetais ao tamanho normal da próstata e à micção normal.

Expressões como «reduz o volume da próstata» ou «normaliza a micção» descrevem efeitos de medicamento. Quando aparecem na venda de um suplemento, o Infarmed trata o caso como «produto-fronteira», a zona onde não é claro se o produto é alimento ou medicamento.

Na prática, o leitor deve olhar para a composição e para os estudos de cada ingrediente, e não para as promessas da embalagem ou da página de venda.

Quanto tempo seria preciso para avaliar o efeito?

Meses, não dias. Uma embalagem de Prostalis dura 10 dias, e os estudos sobre estes ingredientes medem resultados em meses.

Referência Duração
Uma embalagem de Prostalis, 2 cápsulas por dia 10 dias
Ensaio GRANU (abóbora) 12 meses
Ensaios da revisão Cochrane sobre Serenoa repens 3 a 17 meses
Descida média de 4,4 pontos no IPSS com placebo medida aos 12 meses

Os sintomas da próstata aumentada instalam-se ao longo de anos. Nenhum dos ingredientes foi testado em períodos de dez dias, e um prazo de três meses corresponde a nove caixas.

Como medir se um suplemento está a fazer diferença?

Com números, antes e depois. O método é o mesmo para qualquer produto da categoria e custa só alguns minutos.

  1. Preencher o questionário IPSS antes de começar e anotar a data. São sete perguntas; a versão comentada está em próstata aumentada: sintomas e escala IPSS
  2. Não mudar outras coisas ao mesmo tempo. Cortar o café ou a água ao fim do dia também mexe nos sintomas
  3. Repetir a escala três meses depois, nas mesmas condições
  4. Descontar o placebo: 2 ou 3 pontos de descida cabem no que acontece a quem toma cápsulas vazias
  5. Anotar também o que não mudou, como o jato fraco

Uma descida grande e mantida é informação útil para levar à consulta. Uma sensação vaga de melhoria não é.

Pode tomar-se com anticoagulantes ou medicação para a próstata?

Para a fórmula com abóbora, Tribulus, urtiga, ginseng e vitamina C não encontrámos interações graves documentadas nas fontes consultadas. O cuidado conhecido está nos produtos com ginkgo, com o qual a EMA regista hemorragias em quem toma anticoagulantes ou antiagregantes.

Quem toma tansulosina, finasterida ou dutasterida deve dizer ao médico ou ao farmacêutico que usa um suplemento, mesmo que não o considere medicação.

Antes de uma análise ao PSA, convém saber que a finasterida e a dutasterida reduzem o valor para cerca de metade (50%) depois de seis meses de toma; o RCM da finasterida indica que o resultado deve ser multiplicado por dois. Os valores de referência por idade estão em PSA: valores normais por idade.

Quando é caso para médico e não para suplemento

Perante qualquer um destes sinais, o passo é o atendimento médico; em risco de vida, o número é o 112 (INEM), e a linha SNS 24 (808 24 24 24) faz triagem a qualquer hora.

  • não conseguir urinar, com dor e bexiga cheia: urgência hospitalar
  • sangue na urina, mesmo uma única vez
  • febre com dor lombar, no períneo ou ao urinar
  • dor óssea persistente, sobretudo na bacia ou na coluna
  • perda de peso sem explicação
  • sintomas que pioram em semanas, e não em meses

Fora destas situações, o caminho começa no médico de família, que pede a referenciação para urologia. No SNS, o prazo máximo legal para uma primeira consulta hospitalar com prioridade normal é de 120 dias. No privado, a primeira consulta de urologia custa 120 € no Hospital Lusíadas e até 125 € no CUF Descobertas, segundo os preçários de 2026. O percurso passo a passo está em como marcar a primeira consulta de urologia.

O que esta página faz e o que não faz

Esta análise descreve a composição declarada do Prostalis, o preço indicado pelo vendedor numa data concreta e o que os ensaios publicados dizem sobre cada ingrediente. Os preços da concorrência foram lidos em lojas portuguesas no dia 24 de setembro de 2026.

Não faz diagnóstico, não diz a ninguém se deve ou não tomar o produto e não avalia a fórmula de outros frascos com o mesmo nome. Também não consegue dizer quanto de cada planta há numa cápsula, porque esse número não foi publicado.

Porque não publicamos opiniões de clientes

Porque um testemunho não separa o efeito do produto do efeito placebo nem da variação natural dos sintomas ao longo dos meses. Nas páginas de venda desta categoria, os testemunhos também não permitem confirmar quem os escreveu.

Preferimos mostrar o que os ensaios com grupo de controlo mediram. É menos entusiasmante e é verificável.

Fontes utilizadas 21

  1. Ensaio GRANU, sementes e extrato de abóbora, 2014 (PubMed) — https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/25196580/
  2. BMC Urology 2021 — óleo de semente de abóbora e tansulosina (PMC) — https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8527717/
  3. EMA, Comité de Medicamentos à Base de Plantas (HMPC) — monografia europeia Urticae radix, revisão 1 (PDF) — https://www.ema.europa.eu/en/documents/herbal-monograph/final-european-union-herbal-monograph-urtica-dioica-l-urtica-urens-l-radix-revision-1_en.pdf
  4. Tribulus terrestris e testosterona, 2019 (PubMed) — https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30790614/
  5. Imperium Herbals — fórmula Prostalis com ginkgo — https://imperiumherbals.com/products/prostalis
  6. Urology 2017 — resposta ao placebo em 25 ensaios de LUTS (PubMed) — https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28506862/
  7. European Urology 2006 — efeito placebo nos sintomas urinários (PubMed) — https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/16753253/
  8. Cochrane CD001423 — Serenoa repens na hiperplasia benigna, 2023 — https://www.cochranelibrary.com/cdsr/doi/10.1002/14651858.CD001423.pub4/full
  9. DGAV — Suplementos alimentares — https://www.dgav.pt/alimentos/conteudo/generos-alimenticios/regras-especificas-por-tipo-de-alimentos/suplementos-alimentares/
  10. Infarmed — Produtos-fronteira entre suplementos e medicamentos (PDF) — https://www.infarmed.pt/documents/15786/17838/PRODUTOS+FRONTEIRA+SULEMENTOS+MEDICAMENTOS.pdf
  11. EFSA Journal 2010 — esteróis vegetais e próstata — https://efsa.onlinelibrary.wiley.com/doi/pdfdirect/10.2903/j.efsa.2010.1813
  12. A Farmácia Online — Permixon 160 mg, 60 cápsulas (24-09-2026) — https://www.afarmaciaonline.pt/permixon-160-mg-x-60-caps.html
  13. Bioself — categoria próstata (24-09-2026) — https://bioself.pt/collections/prostata
  14. Celeiro — saúde masculina e próstata (24-09-2026) — https://www.celeiro.pt/produtos/suplementos-alimentares/saude-masculina-e-prostata
  15. Infarmed — preços de genéricos, tansulosina (24-09-2026) — http://app10.infarmed.pt/genericos/genericos_II/lista_genericos.php?tabela=dispt&fonte=dci&escolha_dci=VGFuc3Vsb3NpbmE%3D
  16. Infarmed — RCM da finasterida 5 mg — https://www.infarmed.pt/documents/15786/1577857/Finaterida_5mg_RCM_v2.doc
  17. ERS — Tempos Máximos de Resposta Garantidos — https://www.ers.pt/pt/utentes/perguntas-frequentes/faq/tempos-maximos-de-resposta-garantidos-tmrg/
  18. CUF — preçário do Hospital CUF Descobertas, fevereiro de 2026 (PDF) — https://www.cuf.pt/media/50915/download?inline
  19. Doctoralia — primeira consulta de urologia no Hospital Lusíadas — https://www.doctoralia.com.pt/doencas/doencas-dos-genitais-masculinos/lisboa
  20. SNS — Linhas de atendimento gerais (SNS 24 e 112) — https://www.sns.gov.pt/sns-saude-mais/linhas-de-atendimento-gerais/
  21. EMA — Ginkgo folium, resumo do comité de plantas medicinais (hemorragias e anticoagulantes) — https://www.ema.europa.eu/en/medicines/herbal/ginkgo-folium

Perguntas frequentes

  1. O Prostalis é um medicamento?

    Não. O Prostalis é um suplemento alimentar, e em Portugal os suplementos são regulados pela DGAV, sem avaliação de eficácia antes da venda. Por lei, não pode apresentar-se como tratamento de nenhuma doença.

  2. Quanto custa o Prostalis?

    O vendedor indicava 29 € por uma embalagem de 20 cápsulas em 17-08-2026. À toma de duas cápsulas por dia, isso dá 10 dias por caixa e cerca de 87 € por mês. O preço pode ter mudado desde essa data.

  3. Quanto tempo demora o Prostalis a fazer efeito?

    Não há estudos do Prostalis como produto. Os ensaios sobre os seus ingredientes avaliaram resultados entre 3 e 12 meses, e uma caixa dura 10 dias. Uma melhoria em poucos dias fica dentro do que o placebo também faz.

  4. O Prostalis tem saw palmetto?

    Não. A fórmula analisada tem abóbora, Tribulus terrestris, urtiga, ginseng e vitamina C, sem Serenoa repens. Algumas fórmulas vendidas com o mesmo nome têm outros ingredientes, por isso vale a lista do frasco concreto.

  5. Posso tomar Prostalis se tomo anticoagulantes?

    Depende da fórmula. A versão analisada não tem ginkgo, mas há outro produto com o mesmo nome que o leva, e a EMA regista hemorragias com ginkgo em quem toma varfarina e outros anticoagulantes. Antes de tomar, convém ler o rótulo e falar com o médico ou o farmacêutico.

  6. Prostalis e Uroprostan são o mesmo produto?

    Têm composição quase igual: abóbora, Tribulus terrestris, urtiga, ginseng e vitamina C, em embalagens de 20 cápsulas e com a mesma toma. Nenhum dos dois publica miligramas, pelo que a comparação entre eles se faz apenas pelo preço.